segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Santa Faustina, rogai por nós! /Cura das nossas Carências


SANTA MARIA FAUSTINA KOWALSKA (05/10)
Santa Faustina, rogai por nós!



A misericórdia divina revelou-se manifestamente na vida desta bem-aventurada, que nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central. Faustina foi a terceira de dez filhos de um casal pobre. Por isso, após dois anos de estudos, teve de aplicar-se ao trabalho para ajudar a família.

Com dezoito anos, a jovem Faustina disse à sua mãe que desejava ser religiosa, mas os pais disseram-lhe que nem pensasse nisso. A partir disso, deixou-se arrastar para diversões mundanas até que, numa tarde de 1924, teve uma visão de Jesus Cristo flagelado que lhe dizia: "Até quando te aguentarei? Até quando me serás infiel?"

Faustina partiu então para Varsóvia e ingressou no Convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia no dia 1 de agosto de 1925. No convento tomou o nome de Maria Faustina, ao qual ela acrescentou "do Santíssimo Sacramento", tendo em vista seu grande amor a Jesus presente no Sacrário. Trabalhou em diversas casas da congregação. Amante do sacrifício, sempre obediente às suas superioras, trabalhou na cozinha, no quintal, na portaria. Sempre alegre, serena, humilde, submissa à vontade de Deus.

Santa Faustina teve muitas experiências místicas onde Jesus, através de suas aparições, foi recordando à humilde religiosa o grande mistério da Misericórdia Divina. Um dos seus confessores, Padre Sopocko, exigiu de Santa Faustina que ela escrevesse as suas vivências em um diário espiritual. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.

Santa Faustina sofreu muito por causa da tuberculose que a atacou. Os dez últimos anos de sua vida foram particularmente atrozes. No dia 5 de outubro de 1938 sussurrou à irmã enfermeira: "Hoje o Senhor me receberá". E assim aconteceu.

Beatificada a 18 de abril de 1993 pelo Papa João Paulo II, Santa Faustina, a "Apóstola da Divina Misericórdia", foi canonizada pelo mesmo Sumo Pontífice no dia 30 de abril de 2000.

Santa Faustina, rogai por nós!



Cura das nossas Carências
Precisamos ser amados e consequentemente amar.

Todos nós precisamos ser amados e consequentemente amar. Buscamos ser acolhidos pelas pessoas, sermos abraçados, beijados, elogiados. E isso faz bem para todos, nos cura e liberta. Mas quando isso não acontece, surge a chamada carência afetiva, que é o vazio de amor que permanece no coração humano, pelo fato de não ter recebido amor, amor suficiente na gestação, na infância ou adolescência. As carências afetivas manifestam-se através de muitas maneiras no comportamento como: a busca de prazeres sensíveis pessoas, objetos, de estar no centro das atenções, inventar modas, criar situações, revoltar-se, críticas, “grevezinhas” e até na maneira como estar comendo (compensação).

Tudo começa já no seio da família, quando uma pessoa não recebe bastante amor de seus pais e irmãos. Ela torna-se egoísta sob forma de fechamento em si mesma, vive descontente, critica seus pais e briga todo tempo. E entra na fase escolar onde busca mendigar ou comprar o amor de professores e colegas, sempre quer ser o centro das atenções. Tudo isso acaba desembocando no namoro no qual se busca o outro não para amar, mas para ser amado. É no namoro que vai tentar suprir o amor que não recebeu dos pais, transferindo-o para o (a) namorado(a). Assim, nasce os ciúmes, as brigas, as cobranças e lança-se no outro onde se manifestam os abraços, beijos, carícias, contatos físicos e até relação sexual, para tentar suprir a falta de amor.

E isso também acontece com as pessoas que estão à frente de grupos ou comunidades na Igreja; vivem um egoísmo, em rodinhas de amizades pessoais, tornam-se ciumentas e invejosas por causa de seus cargos. Não aceitam serem substituídas por ninguém e criticam os outros o tempo todo. Querem ser os melhores.


Algumas dicas para sermos curados de nossas carências:


1- Reconhecermos que somos carentes e que precisamos de cura;

2- Enfrentarmos essa realidade de frente, nunca fugirmos;

3- O amor puro das pessoas: amigos, pais, namorados(as);

4- Buscarmos a cura interior com pessoas de nossos grupos ou comunidades;

5- Amar a sua história de salvação e rezar pela sua própria cura se possível diante de Jesus Sacramentado;

6- Perdoar as pessoas que te magoaram ou feriram e que não te deram amor;

7- Ter uma vida de oração, adoração e comunhão.


Tudo isso, vai ser concretizado pelo BATISMO NO ESPÍRITO SANTO, onde Deus vai te curar profundamente com seu amor de Pai.

Fonte: Seminarista Reinaldo da Silva -CN


domingo, 4 de outubro de 2009

São Francisco de Assis, rogai por nós!


SÃO FRANCISCO DE ASSIS

4 de Outubro


Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos.

Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a "Senhora Pobreza". Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: "Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?". Ele respondeu que ao amo. "Porque, então, transformas o amo em criado?", replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: "Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas".

Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes.

A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria... Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida.

Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas.

O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.


São Francisco de Assis, rogai por nós!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Precisamos de Jesus

Precisamos de Jesus

"Ao Senhor eu peço apenas uma coisa: habitar no santuário do Senhor."

Irmãos, vivemos tempos em que existe um grande contraste: de um lado o mundo rejeitando Deus, e por outro, um povo que O busca incessante e incansavelmente. O Senhor gosta de enfrentar o impossível. É por isso que nos dias de hoje Ele está realizando tantos impossíveis.

Encontramos hoje muitas forças contrárias à vontade divina, as quais parecem ser a maioria, mas não o são em comparação com aqueles que são de Deus, que dão a vida por Ele. Mas, o mal faz um grande barulho, só de saber que é sempre assim, temos a impressão de que são muitos. Eles estão contra Deus, querem acabar com Jesus, inventam coisas, escrevem romances, fazem filmes, quadros pornográficos com coisas santas, querendo destruir aquilo que é indestrutível.

Se o projeto for humano vai passar por si mesmo, vai se destruir por si mesmo, mas se for de Deus não vai ser destruído jamais. Eles não conseguirão destruir a Igreja, – pois ela é de Deus –, atacando a Doutrina, o Evangelho, destruindo personagens bíblicos, querendo destruir os Apóstolos e o próprio Jesus. Pois, uma vez que a Igreja é de Deus, o Evangelho também é d’Ele e eles não conseguirão destruí-lo!

Sofremos e vamos continuar sofrendo muito com esses ataques, mas o Senhor nos dá força e coragem, e nos torna ousados. O mal não desiste, por isso, nós não podemos desistir também.

De onde vinha a coragem dos apóstolos? Do grande amor que eles tinham por Jesus, e estavam dispostos a dar a vida por Ele e realmente a deram de forma completa depois do derramamento do Espírito Santo, que lhes deu o entendimento de tudo. Estavam dispostos a tudo, porque amavam o Senhor. Você lembra que depois da pesca milagrosa, Jesus pergunta a Simão: "Tu me amas?" E ele responde: "Sim, Tu sabes que eu Te amo". E Cristo repete a pergunta por mais duas vezes. Ele queria que Pedro tivesse a certeza de que O amava, embora O tenha negado mais tarde, pois ainda não havia recebido o Espírito Santo Paráclito. Ele precisava ter essa certeza, por isso pergunta três vezes.

Especialmente nos dias de retiro espiritual, de grupo de oração, nós buscamos ser curados para aprender a amar. Nós queremos amar a Deus, mas nós queremos amar também aqueles com quem convivemos, com quem trabalhamos, muitos dos quais, muitas vezes, não conseguimos amar.

Rezem comigo: Eu quero amar, Senhor, quero muito amar a Ti e aos meus irmãos. Sinceramente, eu quero amar. Dá-me a graça de amar e reconhecer, Senhor, que para amar aqueles com os quais convivo, na minha casa, no meu trabalho, na escola, eu preciso ser curado de tanta coisa no meu interior que me impede de fazê-lo.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

DIA DA BÍBLIA(27/09)

DIA DA BÍBLIA(27/09)
Por onde começar um estudo bíblico?

Para nós da Igreja do Brasil, desde de 1971, setembro torno-se o MÊS DA BÍBLIA e, já desde 1947, o último domingo do mesmo mês é comemorado como DIA DA BÍBLIA(27/09). Talvez nem fazemos idéia, mas a Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a História da humanidade. Só no século XX foram impressos mais de um bilhão e meio de exemplares, em mais de mil e seiscentos idiomas diferentes, tornando-se o maior “best-seller” de todos os tempos. Nunca a palavra de Deus foi tão meditada, lida e comentada como em nossos dias.


Por onde começar um estudo bíblico?

Cada pessoa deve procurar um roteiro de estudo que lhe seja mais útil

Quando alguém se propõe a fazer uma viagem, o ideal é que ele se programe para esta empreitada: defina qual meio de condução vai utilizar (avião, carro, ônibus…), onde vai se hospedar, em que lugar fará as refeições, entre outros. Se for de carro, por exemplo, é essencial que o viajante veja por qual caminho seguirá para chegar ao destino final. Se ele quiser chegar mais rápido deverá optar por determinada estrada; se quiser pagar menos pedágios deverá seguir por outro caminho; se quiser se hospedar em bons hotéis poderá escolher outra rota.

Com certeza, cada um dos caminhos tem sua beleza própria e também sua dificuldade. É preciso que a pessoa que vá viajar escolha o roteiro que é mais adequado para a sua realidade. Qual caminho se encaixa melhor no objetivo da viagem e do mesmo modo, qual não trará maiores dificuldades.

Quando nos propomos ao estudo bíblico algo parecido acontece. Estudar e se aprofundar nos textos bíblicos é também viajar por lugares muitas vezes desconhecidos. Por isso, é preciso que haja um planejamento, assim como nessa viagem de automóvel. Faz-se necessário escolher um roteiro de estudo – um método que melhor se encaixe na realidade daquele que se dispõe a ler e a entender os textos da Sagrada Escritura. Por isso, cada pessoa deve procurar um roteiro de estudos bíblicos que lhe seja mais útil e oportuno.

São vários os roteiros de estudos bíblicos que temos hoje no mercado. Sem desmerecer os demais, quero indicar aqui quatro deles, pois são os que conheço de forma mais aprofundada e sei dos resultados que proporcionam. Repito, esses são apenas alguns dos tantos e bons roteiros que temos à disposição. O que precisa ficar claro é a necessidade de seguir um percurso que nos dê segurança e nos impulsione a não desistir no meio da viagem.

Curso Bíblico da Escola Mater Ecclesiae – O primeiro roteiro vem da escola fundada por Dom Estevão Tavares Bettencourt OSB, cujo objetivo é a formação. É um tipo de curso de teologia para leigos por correspondência.

“Lectio Divina” – O segundo é um dos métodos mais antigos da Igreja. Leitura da Bíblia a partir de quatro passos: Ler, Meditar, Orar e Contemplar. O objetivo da Lectio Divina é – através de um método orante – proporcionar um contato direto com as Sagradas Escrituras.

O terceiro método é a coleção “Luz para os meus passos” – baseada na “Lectio Divina”. Trata-se de uma proposta que segue uma apostila com uma lição que deve ser feita a cada dia. De certo modo ela mescla essa leitura orante com alguns conhecimentos mais técnicos, como o que temos no método da Escola Mater Ecclesiae.

“A Bíblia no meu dia-a-dia” – O quarto roteiro indicado por mim faz parte da proposta do monsenhor Jonas Abib. O estudo possui alguns passos e também possui uma ligação direta com a “Lectio Divina”: num diário espiritual a pessoa deve, ao fazer o estudo de um trecho bíblico, anotar as promessas de Deus, as ordens d'Ele, os princípios eternos, a mensagem de Deus e como aplicar o entendimento do texto no cotidiano.

Além desses métodos, sei que algumas pessoas fazem estudos dos Livros Sagrados orientados por roteiros disponíveis em páginas da internet. É preciso muito cuidado! Já vi muita coisa errada e perigosa em várias dessas propostas. Se ainda assim, você faz ou deseja fazer um estudo orientado pela rede mundial de computadores, então tome as devidas precauções: veja quem é a pessoa que ministra o curso, se está vinculado à Igreja Católica, qual a procedência do site, converse com outras pessoas que também seguem esse curso e peça orientação ao seu diretor espiritual, pároco ou coordenador da sua comunidade.
Existe também o fato de muitas pessoas não conseguiram se adaptar a nenhum dos roteiros que conheceram e por isso resolveram ler a Bíblia começando no seu primeiro livro, o Gênesis, seguindo até o Apocalipse – lendo um ou alguns capítulos diariamente. Particularmente, acho esse caminho o mais difícil, mas não posso negar que também funciona ao ver algumas pessoas optarem e se adequarem a essa proposta.

O importante é que você faça uso de um bom roteiro que o impeça de se perder nessa viagem e o mantenha motivado para seguir adiante. Escolha um percurso de estudos que vá de acordo com as suas necessidades e capacidades, tomando o devido cuidado em averiguar a procedência do roteiro que assume para si. E que, seguindo essas orientações, possa, durante a maravilhosa viagem pelos textos bíblicos, ter a certeza de que a Palavra de Deus é lâmpada para nossos pés e luz para o nosso caminho (cf. Salmo 119,105). >

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Use os problemas como trampolim


Use os problemas como trampolim

Beethoven foi um grande músico e era surdo. Seu pai era neurótico e batia a cabeça do filho na parede. Com isso, Beethoven ainda menino foi perdendo a audição. Para escutar o que compunha, encostava o ouvido no piano e sentia as cordas vibrarem. A música estava na cabeça dele e ele a escrevia, mas sem a escutar. Este grande compositor não queria ser surdo, mas era, e justamente por isso, lutou contra a surdez e fez coisas maravilhosas. Em geral, dizemos que somos pecadores, fracos, maliciosos, neuróticos, sensuais... e porque nos sentimos assim nos entregamos e acabamos nos tornando ainda mais sensuais, vaidosos, brutos e egoístas ainda. Mas é preciso fazer como Beethoven: tirar proveito da doença que temos ou de qualquer pecado que nos domine, utilizando-o como trampolim para nos elevarmos.

Deus não nos deixa na rotina. De tempos em tempos Ele nos traz coisas novas. Ele vai desdobrando o que Ele mesmo criou. E vai apontando realidades novas e nos conduzindo por rumos novos, os quais antes nem podíamos imaginar. "Isto é obra de Deus: admirável aos nossos olhos".

Um coração, que adora o Senhor, não perde a capacidade de se maravilhar diante da constante obra de restauração que Ele realiza. Adorar a Deus no respeito e na submissão absoluta, reconhecendo os direitos soberanos que Ele tem sobre nós, reconhecer "o nada da criatura" que não existe a não ser por e para Ele. Adorar a Deus reconhecendo o senhorio d'Ele sobre as nossas vidas, louvá-Lo, exaltá-Lo, confessando com gratidão que Ele fez grandes coisas e santo é o seu nome. Não temos como parar. Não temos como envelhecer. Somos e seremos sempre novos quando nos abandonamos nas mãos de Deus.

Fonte: MonsenhorJonas Abib

domingo, 20 de setembro de 2009

Aprenda a lutar contra a indisposição


Aprenda a lutar contra a indisposição

O Senhor me criou para adorar, por isso me atrai e me puxa para Ele: 'Senhor, estou me sentindo indisposto, estou sentindo como se uma força me puxasse para trás. Senhor, puxa-me e me atraia para Ti! Espírito Santo, ensina-me a adorar ao Senhor'.

Você tenta concentrar-se em Deus, mas os seus pensamentos não param de borbulhar. Lute! Aprenda a lutar contra sua indisposição. E apesar de se sentir assim, não deixe de adorar em espírito e verdade.

Adorar em espírito e verdade é oferecer e entregar, como um sacrifício de amor ao Senhor, a minha vida do jeito que ela está. Muitas vezes, queremos nos disfarçar como um inseto que se camufla com a cor de uma folha de árvore ou o aspecto de um galho. A própria natureza o camufla para que ele não seja devorado. Infelizmente, muitas vezes nos camuflamos, queremos ir para a adoração e representar uma vida que não é nossa.

Queremos chegar à adoração falando: 'Senhor, eu Te louvo! Bendigo-te! Glórias a Ti, Senhor!... Mas, muitas vezes, não é nada disso que estamos sentido e nossa vida não é essa. Parece que sentimos vergonha de apresentar nossa vida da forma que ela está. Então passamos a não adorar em espírito e verdade, mas em mentira. Passamos a mostrar para o Senhor uma vida que não vivemos. Hoje, podemos estar tristes, com o coração despedaçado por algo que aconteceu, e talvez por aquilo que vivemos no casamento, no trabalho ou com os filhos.

Vá para a adoração assim e mostre para o Senhor o seu coração despedaçado. Não o camufle dizendo 'glória a Deus', da boca para fora), mas com o coração despedaçado, ou então, diga glória a Deus com o coração despedaçado mesmo, desde que haja sinceridade. Santa Teresa diz que a verdade é fundamental na oração: 'Senhor, eu Te glorifico neste estado em que estou. Senhor, estou destruído e até tenho vontade de morrer ou fugir, mas é assim que eu Te adoro, é assim que ofereço a minha vida. Não tenho outra coisa para oferecer em oferta de amor e sacrifício. Senhor, porque Tu me amas, o que tenho para Te oferecer são os meus 'pedaços'. Meu coração e minha vida estão despedaçados, mas é isso que eu Te ofereço'.

Fonte:Monsenhor Jonas

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Deus quer nos treinar no amor


Deus quer nos treinar no amor

Deus quer nos treinar no amor e tem feito isso. Temos todas as condições para amar porque o Espírito Santo habita em nós.

O mundo é um deserto no qual as pessoas não se amam, não se perdoam, não se reconciliam, falam mal umas das outras, fofocam, acusam, condenam.

O mundo está carente de amor. Por isso é preciso amar sem cobrar a perfeição do irmão. Precisamos nos lembrar sempre: o Senhor buscou a nós e aos nossos irmãos nas encruzilhadas. Estávamos feridos, cegos, maltrapilhos nas estradas da vida, e o Senhor nos recolheu para a “sala do banquete” de Seu Reino. Todos nós, cada qual à sua maneira, fomos “catados” pelo Senhor nas encruzilhadas da vida.

Deus bondosamente criou oásis de amor por causa do deserto em que o mundo se encontra. Os grupos, as pastorais, as comunidades, os movimentos são oásis de amor. Precisamos cultivá-los. Não podemos perdê-los. É questão de vida ou de morte.

Fonte:Monsenhor Jonas Abib