sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Arsenal de infantilidades

Arsenal de infantilidades
Trazemos um excesso de sentimentos infantis

'...enquanto o herdeiro é menor, em nada difere do escravo, ainda que seja senhor de tudo, mas está sob tutores e administradores, até o tempo determinado por seu pai. Assim também nós, quando menores, estávamos escravizados pelos rudimentos do mundo. Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! Portanto já não és escravo, mas filho. E, se és filho, então também herdeiro por Deus' (Gálatas 4; 1-7).

Essa palavra é muito concreta e humana, inicialmente podemos achar um absurdo assemelhar uma criança ao escravo. É simples porque uma criança não é capaz de fazer a separação das coisas. A criança é egoísta e o egoísta é aquele que se ocupa do seu mundo, para ele o outro é uma extensão da sua necessidade. As crianças são escravas de suas necessidades.

A maturidade de uma criança acontece à medida que ela vai crescendo. Uma criança é escrava porque ela não sabe a razão da regra, mas se submete a ela. Quando ela cresce e obedece a regra porque a compreende, ela deixa de ser escrava. Quantos jogos construtivos, que educam a criança para compreensão de regra, são jogos simples de encaixe, entre outros, não videogames nos quais, muitas vezes, a regra é matar.

O desconhecido nos escraviza. Tudo aquilo que você desconhece se torna soberano sobre você e muitas vezes você teme uma pessoa desconhecida, e aí está a infantilidade. Nós também trazemos as infantilidades nos nossos afetos, insistimos em trazer em nós um arsenal de sentimentos infantis, egoístas, só pensamos em nós e em nossas necessidades. A birra é o excesso da criança, excesso da infantilidade, pois nela a criança se sente fracassada por não conseguir seu objetivo. Quando somos afetivamente infantis, nos transformamos em verdadeiros monstros. Se você não disciplina uma criança, o seu destino não será diferente. Ensine-a a lidar com as impossibilidades.

Quantos adultos não têm coragem de dar opinião, não se manifestam, porque são infantis, são escravos de seus medos, isso é mesma coisa de birra, pos não sabem lidar com os limites.

Abandonemos as nossas birras que se manifestam na nossa cara feia, nas nossas respostas ríspidas, entre outras... Só não nos jogamos no chão porque não temos coragem.

Quantos adultos com medo de quarto escuro. Eu pergunto: Qual o mal de um quarto escuro? Mas quantas vezes fomos trancados nos quartos e disseram que lá dentro tinha um monstro? Uma criança não tem inteligência suficiente para saber que ali não há um bicho, porque a referência que ela tem é o adulto.

Como você pode curar seu medo de quarto escuro? Traga à sua razão o que o faz sentir medo. Entre no quarto escuro e diga: ‘Este quarto não pode me fazer mal’. Você hoje é adulto, maduro, olhe para as fases da sua vida que precisam ser curadas, olhe para você criança, você adolescente. Permita que Deus resgate a sua alma ferida. Muitas vezes é preciso voltar no tempo e se reconciliar com você mesmo.

Nenhum perdão será concreto se antes você não se perdoar; nenhum olhar será profundo se você não se olhar.

O que pode nos destruir na vida não é o que os outros fazem para nós, mas o que permitimos que outros façam de nós. O maior consolo que você precisa não é o dos outros, é de você mesmo. Não adianta o outro deixar você livre, se você se sentir escravo.

Deus é especialista em curar corações machucados. Pare de lamentar o que você não teve. Seja como o rio, que quando alguém coloca alguma barreira nele, ele não deixa de crescer, mas fica mais profundo.

Deus ainda prefere os miseráveis. Deus olha para você, e no momento da sua birra, Ele se encontra com você.
Padre Fábio de Melo

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Feliz Ano Novo!

Feliz Ano Novo!



Feliz Ano Novo!
Deus quer nos dar um tempo novo, tempo de graça, tempo de restauração e reconciliação. Reconciliação com nós mesmos, com os irmãos, com nossa família, sobretudo, com Deus.

O caminho para a nossa cura acontece quando aprendemos a rezar uns pelos outros e a pedir e conceder perdão. A Palavra de Deus é clara a esse respeito: ''Confessai, pois, vossos pecados uns aos outros e rezai uns pelos outros, a fim de serdes curados'' (São Tiago 5,16a)

Neste final de ano, procure fazer um bom exame de consciência; limpe o seu coração diante de Deus e daqueles que convivem com você. Se for preciso, peça-lhes perdão e não deixe de se confessar com um sacerdote para que possa se abrir para a grande graça que o Senhor tem para você neste novo tempo que se aproxima.

Que o Senhor possa passar pelas nossas vidas hoje -- neste ano que está se findando e neste Novo Ano que está começando -- e colher o nosso sorriso, nossa disposição em mudar. Ele nos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós. É direito d'Ele colher em nós esses frutos. Jesus em breve virá buscar esses frutos e é preciso que Ele os encontre! E todos nós somos responsáveis por isso.
Senhor das misericórdias, eu confio em Vós!

domingo, 28 de dezembro de 2008

F E L I Z N A T A L

As fotos da nossa Confraternização,
estão no link do lado esquerdo ( fotos NATAL 2008).

F E L I Z N A T A L



BENÇÃO DO PADRE FRANCISCO BEFFA


JESUS SE FEZ MANSO COMO UMA OVELHINHA

A sabedoria do Senhor é dada a quem é manso como as ovelhas. Elas precisam continuamente da direção de um pastor. E se este não estiver atento, elas se perdem e põem a vida em risco. Por isso, somos comparados a elas, pois sem o Senhor, que é nosso Pastor, também tomamos a direção equivocada e vamos em frente, de cabeça baixa, olhando para nós mesmos e nossos problemas, e assim, nos perdemos.

O próprio Jesus, enquanto estava aqui na terra, se fez uma “ovelhinha” do Pai, obedecendo-Lhe e perguntando tudo a Ele. O Senhor tem abundância do dom de sabedoria para ofertar aos filhos. De modo que quando começarmos a perguntar tudo a Ele e a obter as respostas d’Ele, saberemos, afinal, como agir, como educar nossos filhos, conduzir nossa família, como nos comportar com nosso cônjuge, vizinhos, patrão, pároco, coordenadores de grupos de oração. Não porque tenhamos nos tornado sábios, mas porque a cada coisa que perguntarmos ao Senhor, Ele irá nos respondendo, respondendo, respondendo, com a ajuda do Espírito Santo.

A sabedoria de Deus está no ar. Ela é como uma emissora de Rádio ou TV transmitindo 24 horas por dia. E quando a sintonizamos, o Senhor começa a nos revelar o que devemos fazer.
Como sintonizá-la? Por meio da oração. E onde ouvir a mensagem do Senhor? No coração. Mas é preciso buscar constantemente, ser assíduo à oração.

Não tenha medo de conversar com Deus e com Jesus sobre sua vida.

Que neste Natal o Senhor manifeste a Sua glória e o Seu poder em sua vida, transformando toda e qualquer situação de tristeza em alegria, de ódio em amor, de morte em vida!
Jesus é o Deus conosco que faz novas todas as coisas, que Ele renove suas forças, a esperança e a certeza de que n’Ele e somente n’Ele somos mais que vencedores.
Que Deus abençoe a todos, em especial ao Grupo de Oração "Almoçando com Jesus" e familiares que mais um ano caminharam junto na FÉ, abençoe com Seu Amor Infinito e Gratuito, que se torna visível no Menino da Manjedoura, pelas mãos da Mãe da Ternura!
A todos FELIZ NATAL, e que 2009 seja um ano cheio de alegria, esperança e vitórias.

Abra o seu coração e deixe-se amar!
Venha ao Grupo de oração e deixe-se ser amado por Deus!
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sábado, 20 de dezembro de 2008

O Natal do Senhor é o Natal da paz


O Natal do Senhor é o Natal da paz

É a paz que gera os filhos de Deus e alimenta o amor

Enquanto adoramos o nascimento de nosso Salvador, celebramos também o nosso nascimento.
Efetivamente, a geração de Cristo é a origem do povo cristão o Natal da Cabeça é também o natal do Corpo.
Embora cada um tenha sido chamado num momento determinado para fazer parte do povo do Senhor, e todos os filhos da Igreja sejam diversos na sucessão dos tempos, a totalidade dos fiéis, saída da fonte batismal, crucificada com Cristo na sua Paixão, ressuscitada na sua Ressurreição e colocada à direita do Pai na sua Ascensão, também nasceu com ele neste Natal.
Todo homem que, em qualquer parte do mundo, acredita e é regenerado em Cristo, liberta-se do vínculo do pecado original e, renascendo, torna-se um homem novo.
Já não pertence à descendência de seu pai segundo a carne, mas à linhagem do Salvador, que se fez Filho do homem para que nós pudéssemos ser filhos de Deus.
Se ele tivesse descido até nós na humanidade da natureza humana, ninguém poderia, por seus próprios méritos, chegar até ele.
Por isso, a grandeza desse dom exige de nós uma reverência digna de seu valor. Pois, como nos ensina o santo Apóstolo, nós não recebemos o espírito do mundo, mas recebemos o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos os dons da graça que Deus nos concedeu (1 Cor 2,12). O único modo de honrar dignamente o Senhor é oferecer-lhe o que ele mesmo nos deu.
Ora, no tesouro das liberalidades de Deus, que podemos encontrar de mais próprio para celebrar esta festa do que a paz, que o canto dos anjos anunciou em primeiro lugar no nascimento do Senhor?
É a paz que gera os filhos de Deus e alimenta o amor; ela é a mãe da unidade, o repouso dos bem-aventurados e a morada da eternidade; sua função própria e seu benefício especial é unir a Deus os que ela separa do mundo.
Assim, aqueles que não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus mesmo (Jo 1,13), ofereçam ao Pai a concórdia dos filhos que amam a paz, e todos os membros da família adotiva de Deus se encontrem naquele que é o Primogênito da nova criação, que não veio para fazer a sua vontade daquele que o enviou. Pois a graça do Pai não adotou como herdeiros pessoas que vivem separadas pela discórdia ou oposição, mas unidas nos mesmos sentimentos e no mesmo amor. É preciso que tenham um coração unânime os que foram recriados segundo a mesma imagem.
O Natal do Senhor é o natal da paz. Como diz o Apóstolo, Cristo é a nossa paz, ele que de dois povos fez um só (cf. Ef 2,14); judeus ou gentios, em um só Espírito, temos acesso junto ao Pai (Ef 2,18).

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Paz é sinônimo de um coração aberto ao perdão



Paz é sinônimo de um coração aberto ao perdão

“Se um homem alimentar a cólera contra o outro, como poderá pedir ao Senhor a cura?” (Sr 28,3). Deus é amor e nos ama profundamente. Por isso, quando nos fechamos ao perdão, estamos negando o próprio Deus.

O Senhor nos chama a sermos misericordiosos assim como o Pai do céu é misericordioso. Diante de nossas misérias e fraquezas, como filhos de Deus precisamos ser misericordiosos para com todos os nossos irmãos. Por mais que tenham errado conosco, precisamos ser misericordiosos e perdoá-los, como Deus misericordioso nos perdoou e continua a nos perdoar.

Deus nos dá a graça de perdoar, o perdão é um presente de Deus para nós. Ele também abre caminho para a cura, porque perdão e cura caminham juntos. Quando nos abrimos ao perdão, somos restaurados por Deus e criamos alma nova. A alegria invade o nosso coração e toda tristeza é exorcizada do nosso interior.

Precisamos pedir ao Senhor um coração manso e humilde, aberto ao amor e à reconciliação. A paz é fruto de um coração que se abre ao perdão. Reze comigo hoje: ''Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao vosso. Fazei-me viver o amor e a reconciliação.''


Fonte:CN

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Organizar a vida diante de Deus

ABENÇOADA SEGUNDA-FEIRA
AMANHÃ
(16/12 terça-feira) às 12:00h
Confraternização de Natal



Organizar a vida diante de Deus

Na adoração, Deus é que inicia o diálogo conosco porque o desejo primeiro de estar com cada um de nós é do coração d'Ele. Nossa primeira atitude deve ser pedir o Espírito Santo e abrir o coração para que Ele nos ensine a falar com Deus. É Ele quem nos inspira a dizer palavras de gratidão ao Senhor. É Ele quem nos faz tomar consciência do bem que o Senhor faz por nós. É Ele quem nos convence do amor de Deus por nós.

Quando vamos ao Senhor de coração sincero, o Espírito Santo organiza as coisas dentro de nós, pois nosso coração na maioria das vezes se encontra agitado com muitos sentimentos, confuso, perdido, de maneira que sem a intervenção do Espírito, que vem para ordenar e aquietar o nosso ser, é impossível agradar a Deus. Só assim podemos nos tornar livres, voltar para Deus para amá-Lo.

Quando eu me disponho a ter uma vida de adoração, Deus vai me transformando e não permite que eu continue a mesma pessoa. Em cada encontro com Ele, o Espírito vai desvelando a pessoa amada que eu sou no coração de Deus. Assim a cura acontece...

Fonte:CN

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Somos grandes quando dobramos



Somos grandes quando dobramos
o joelho em oração
Em meio ao barulho e agitação da vida, parece que não conseguimos escutar a voz de Deus, que está a nos chamar e a nos falar vinte e quatro horas.
"Deus é o primeiro a chamar o homem. Ainda que esqueça o Seu Criador ou se esconda longe da Sua face, ainda que corra atrás dos seus ídolos ou acuse a divindade de tê-lo abandonado, o Deus vivo e verdadeiro chama incessantemente cada um de nós ao encontro misterioso da oração. Essa atitude de amor fiel vem sempre em primeiro lugar na oração; a atitude do homem é sempre resposta a esse amor fiel" (CIC 2567).
Quando não rezamos nos afastamos de Deus e, não podemos deixar que a falta de esperança tire de nós a nossa motivação pela oração.
Peçamos a Jesus, neste dia, a graça de sermos homens e mulheres orantes, íntimos do coração de Jesus.
Jesus, eu confio em Vós!