domingo, 4 de abril de 2010

Semana Santa: O mistério da nossa fé



Semana Santa: O mistério da nossa fé
Evangelho de São João 12,1-11

Iniciamos hoje a Semana Santa. Semana na qual celebramos a centralidade da nossa fé, que teve início na entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, ou seja, a Paixão – subida de Jesus Cristo ao Monte Calvário, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para a nossa salvação; para nos resgatar das mãos do demônio e nos transferir para o mundo da luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Jesus morre na cruz para reconciliar o homem com Deus. É a semana da nossa reconciliação com Deus. É a semana da vitória da vida sobre a morte. Do pecado sobre a graça. Quando os fiéis são batizados, aplica-se a cada um deles os efeitos redentores da Morte e Ressurreição de Cristo. Por isso, o cristão católico convicto celebra com alegria a cada função litúrgica da Semana Santa, que começa hoje e termina na celebração do Tríduo Pascal e da Páscoa.
Assim recomenda a Santa Mãe Igreja que todos os seus filhos se confessem para que correndo com Cristo do pecado possam com Ele ressuscitar, na madrugada do Domingo da Páscoa, para a vida eterna.
O tempo da Quaresma se prolonga até a Quinta-feira da Semana Santa. A Missa Vespertina da Ceia do Senhor é a grande introdução ao Santo Tríduo Pascoal. E este [Tríduo Pascoal] tem início na Sexta-feira da Paixão, prossegue com o Sábado de Aleluia e chega ao ponto mais alto na Vigília Pascoal terminando com as Vésperas do Domingo da Ressurreição.
O Evangelho proposto, neste primeiro dia, para a Semana Santa é o de Jesus que volta a Betânia seis dias antes da Páscoa, para manifestar Seu amor e carinho pelos amigos. Comove ver como o Senhor tem essa amizade, tão divina e tão humana, manifestada num convívio frequente. Nessa visita de Cristo a Lázaro, Maria e Marta, vejo-me também na condição de acolhê-Lo e de recebê-Lo em minha casa e vida. Jesus me vem visitar hoje e eu quero recebê-Lo com o coração aberto, alegre e agradecido por merecer Sua amizade e confiança, assim como sempre foi muito bem recebido por esses amigos de Betânia, em qualquer dia e a qualquer hora, com alegria e afeto. Como havia grande respeito, atenção e caridade entre eles, assim me comprometo a fazê-lo.
São milhares os que negam hospedagem para Cristo Jesus em seus corações, mas para o mundo e suas vaidades escancaram-nos; esses vivem com a alma cheia de vícios: a alma, sem a presença de seu Deus e dos anjos que nela se jubilavam, cobre-se com as trevas do pecado, de sentimentos vergonhosos e de completa ignomínia.
“Ai da alma se lhe falta Cristo, que a cultive com diligência, para que possa germinar os bons frutos do Espírito! Deserta, coberta de espinhos e de abrolhos terminará por encontrar, em vez de frutos, a queimada. Ai da alma, se seu Senhor, o Cristo, nela não habitar! Abandonada, encher-se-á com o mau cheiro das paixões, virará moradia dos vícios”, diz São Macário.
Era costume da hospitalidade do Oriente honrar um hóspede ilustre com água perfumada depois de se lavar. De forma que, mal se sentou Jesus, Maria tomou um frasco de alabastro que continha uma libra de perfume muito caro, de nardo puro. Aproximou-se por detrás do divã onde estava o Mestre recostado e ungiu os pés e secou-lhes com os seus cabelos: Trata-se de Maria Madalena que, pela segunda vez, unge o Corpo Santíssimo do Nosso Divino Salvador. O nardo era um perfume raríssimo, de grande valor, que ordinariamente se encerrava em pequenos vasos, de boca estreita e apertada. Quebrá-lo e derramar o conteúdo sobre a cabeça de alguém era, entre os antigos, sinal de grande honra e distinção.
Maria ofereceu o melhor para Cristo Jesus. Ela não ofereceu um perfume
barato, e sim, o melhor e o mais caro. E você? O que tem oferecido ao seu Senhor? Façamos também nós o mesmo; ofereçamos para Nosso Senhor aquilo que temos de melhor e mais precioso: o melhor cálice, a mais bela patena, o mais piedoso ostensório, os melhores paramentos, a nossa vida, tudo o que somos e temos. Pois, todo o luxo, majestade e beleza são poucos, perante a tamanha grandeza de Jesus, nosso Mestre.
Acolhendo o mistério redentor de Cristo e Sua Palavra, meditando os acontecimentos da nossa redenção, só poderemos crescer na alegria e na paz do Deus que nos ofertou a vida. Deixemos, pois, que o Espírito de Deus tome conta de nossa existência, para que sejamos conduzidos à eterna alegria da salvação e da ressurreição.
Acolhendo o mistério central da nossa fé desejo boa Semana Santa para você e a toda a sua família.
Pe. Bantu Mendonça


domingo, 27 de dezembro de 2009

É Natal Toma consciência, ó cristão, da tua dignidade

UM FELIZ E SANTO NATAL !

É Natal
Toma consciência, ó cristão, da tua dignidade

"Alegremo-nos! Não pode haver tristeza no dia em que nasce a vida; uma vida que, dissipando o temor da morte, enche-nos de alegria com a promessa da eternidade".

Ninguém está excluído da participação nesta felicidade. A causa da alegria é comum a todos, porque o nosso Senhor, vencedor do pecado e da morte, não tendo encontrado ninguém isento de culpa, veio libertar a todos. Exulte o justo, porque se aproxima da vitória; rejubile o pecador, porque lhe é oferecido o perdão; reanime-se o pagão, porque é chamado à vida.

Quando chegou a plenitude dos tempos fixada pelos insondáveis desígnios divinos, o filho de Deus assumiu a natureza do homem para reconciliá-lo com o Criador, de modo que o demônio, autor da morte, fosse vencido pela mesma natureza que antes vencera.

Eis por que, no nascimento do Senhor, os anjos cantam jubilosos: Glória a Deus nas alturas; e anunciam: Paz na Terra aos homens de boa vontade (Lucas 2,14). Eles veem a Jerusalém celeste ser formada de todas as nações do mundo. Diante dessa obra inexprimível do amor divino, como não devem alegrar-se os homens, em sua pequenez, quando os anjos, em sua grandeza, assim rejubilam?

Amados filhos, demos graças a Deus Pai, por seu Filho, no Espírito Santo; pois, na imensa misericórdia com que nos amou, compadeceu-se de nós. "E quando estávamos mortos por causa das nossas faltas, Ele nos deu a vida com Cristo" (Efésios 2,5) para que fôssemos n'Ele uma nova criação, uma nova obra de suas mãos.

Despojemo-nos, portanto, do velho homem com seus atos; e tendo sido admitidos a participar do nascimento de Cristo, renunciemos às obras da carne.

Toma consciência, ó cristão, da tua dignidade. E já que participas da natureza divina, não voltes aos erros de antes por um comportamento indigno de tua condição. Lembra-te de que cabeça e de que corpo és membro. Recorda-te que foste arrancado do poder das trevas e levado para a luz e o Reino de Deus.

"Pelo sacramento do batismo te tornaste templo do Espírito Santo. Não expulses com más ações tão grande hóspede, não recaias sob o jugo do demônio, porque o preço de tua salvação é o sangue de Cristo (São Leão Magno, papa, Sermo in Nativitate Domini, 1-3).”

Na grande alegria do Natal do Senhor, compartilhemos a festa e seus frutos!

Natal feliz é Natal com Cristo!

Tenha um santo e feliz Natal!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Luz de Cristo


Luz de Cristo
A luz não existe para iluminar a si própria

Para os seres humanos, a luz é crucial e não nos sentimos muito bem na escuridão. São muitas as histórias de medo, de insegurança e de confusão que recordamos da nossa experiência com a escuridão. Quando entramos num compartimento escuro, geralmente temos medo e andamos devagar, receosos de chocar contra alguma coisa e assim nos magoarmos. A escuridão paralisa-nos e impede-nos de nos movimentarmos à vontade e com confiança.

Mas, a partir do momento em que acendemos a luz, o temor desaparece e conseguimos movimentar-nos com rapidez e segurança. A luz simplifica-nos a vida e traz-nos confiança e segurança. Perante a luz, tudo se torna visível e bem identificado. Ao longo das páginas da Bíblia, a luz é um símbolo poderoso acerca do que é Deus, a ponto de São João dizer, na sua primeira carta, que o Todo-poderoso é a luz: “Deus é luz, nele não há trevas” (I Jo 1,5).

Assim como há a identificação de Cristo com a luz, como São João descreve no Evangelho da sua autoria: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8,12). É a afirmação da Sua divindade, da vitória definitiva da luz sobre as trevas, da vida sobre a morte, da graça sobre o pecado. A Pessoa e a Mensagem de Jesus Cristo têm poder para iluminar as nossas vidas, impedindo-nos de viver nas trevas. Assim, para os cristãos, a nossa luz é Cristo. É Ele que ilumina a nossa vida, erradicando o medo e a insegurança e acrescentando sentido e valor a ela.

As trevas, ao longo da Sagrada Escritura, significam a ausência de Deus, a ruptura com o Seu projeto salvífico e o consequente afastamento d'Ele. As trevas presentes no nosso mundo contemporâneo só poderão ser dissipadas com a presença do Altíssimo e a valorização da Sua mensagem, que tranquiliza, dignifica e pacifica a dignidade do ser humano. A sociedade em que vivemos e da qual somos parte ativa e comprometida precisa da luz do Evangelho, da proposta do amor e da esperança que Jesus nos veio trazer.

A luz não existe em função de si, não é luz para si mesma, não ilumina a si mesma. A Luz existe em função do que a rodeia, existe para iluminar a tudo e a todos. Ao reconhecermos e aceitarmos Jesus como a Luz do mundo, também nós nos tornamos luz. Podemos fazer uma comparação simples. Assim como a lua reflete a luz do sol também nós devemos refletir a Luz de Cristo, o nosso Sol. O mundo precisa que sejamos o reflexo da Luz, que é Cristo. O Senhor também disse que não se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim em cima do candelabro, e assim alumia a todos os que estão em casa (cf. Mateus 5,15).

Ou seja, a luz que temos dentro de nós não é para ser escondida timidamente, mas para ser oferecida aos outros para que também eles possam ser inundados por ela. Ser luz significa mostrar com o nosso testemunho, as nossas palavras e as nossas ações que, realmente, Cristo faz a diferença e de que uma vida de acordo com os Seus ensinamentos é uma vida mais feliz.

O objetivo da missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos no seu caminhar na história rumo a Deus, para que n'Ele encontrem a sua plena realização. Devemos sentir o anseio e a paixão de iluminar todos os povos com a luz de Cristo, que resplandece no rosto da Igreja, para que todos se reúnam na única família humana, sob a amável paternidade de Deus.

Fonte: CN

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Organizar a vida diante de Deus


Organizar a vida diante de Deus


Na adoração, Deus é que inicia o diálogo conosco porque o desejo primeiro de estar com cada um de nós é do coração d'Ele. Nossa primeira atitude deve ser pedir o Espírito Santo e abrir o coração para que Ele nos ensine a falar com Deus. É Ele quem nos inspira a dizer palavras de gratidão ao Senhor. É Ele quem nos faz tomar consciência do bem que o Senhor faz por nós. É Ele quem nos convence do amor de Deus por nós.

Quando vamos ao Senhor de coração sincero, o Espírito Santo organiza as coisas dentro de nós, pois nosso coração na maioria das vezes se encontra agitado com muitos sentimentos, confuso, perdido, de maneira que sem a intervenção do Espírito, que vem para ordenar e aquietar o nosso ser, é impossível agradar a Deus. Só assim podemos nos tornar livres, voltar para Deus para amá-Lo.

Quando eu me disponho a ter uma vida de adoração, Deus vai me transformando e não permite que eu continue a mesma pessoa. Em cada encontro com Ele, o Espírito vai desvelando a pessoa amada que eu sou no coração de Deus. Assim a cura acontece...

Fonte:CN

domingo, 6 de dezembro de 2009

TEMPO DE ESPERANÇA !


TEMPO DE ESPERANÇA !

Na sua riqueza o Advento considera todo o mistério da vinda do Senhor na história até o seu desfecho total, eles estão interligados mutuamente por diversos mistérios. O Advento faz memória da dimensão histórica da salvação: celebra o Deus que age na história, Deus da aliança que age nos acontecimentos para salvar. O tempo torna-se sacramento do agir de Deus. Advento é o tempo litúrgico que recorda a história como lugar de atuação de salvação de Deus.

Nele também se evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão onde Deus está sempre presente para salvar. Ele ultrapassa a visão individualista e estática dos novíssimos para uma visão escatológica dinâmica onde a história é o lugar do agir de Deus, lugar das promessas direcionando para o “dia do Senhor”. Fomos reservados para a salvação, mas esta herança se revelará somente nos fins dos tempos.

O Advento ainda recorda uma verdade essencial: a conotação missionária. A Igreja atualiza a missão de Cristo ajudando os homens a perceber o Reino e a interiozá-lo no seu coração. No advento se aprofunda o significado autêntico da missão. Por fim o Advento apresenta o Deus da libertação que entra nos corações dos homens, mas também é o protetor da causa dos pobres e oprimidos. A missão, à luz do advento suscita esperança dos fracos e humildes e não apóia os poderosos deste mundo.

Deus abençoe você. Vamos viver bem este tempo!

Fonte: CN

Dez dicas para o Advento

Escolhamos, pois, a vida!
Advento quer dizer vinda, chegada, visita. É o tempo de quatro semanas que antecede o Natal. Portanto, é um tempo santo de preparação para o nascimento de Jesus.
Como viver este tempo?
1. Participar das Novenas de Natal nas casas e transformá-las em Grupos de Reflexão. O melhor presépio é um grupo de pessoas reunidas nas casas em nome de Jesus.
2. Meditar a Bíblia. O profeta Isaias agora nos fala de esperança: As espadas se transformem em enxadas, o luto em alegria, o deserto em Jardim. Sejamos testemunhas da esperança. O leão e o cordeiro, o urso e o cabrito, o lobo e o boi estarão juntos. Eis o tempo de paz.
3. Não falar nem propagar o papai-noel, mas o Menino Jesus. Papai-noel é sedutor do mercado. Com abraços, risos, beijos seduz as crianças a serem consumistas. O velho matou o Menino. “Um Menino nos foi dado” (Is 9,5).
4. O Advento pede mais oração, meditação e silêncio. Nada de correria e menos televisão. Tenhamos tempo para os filhos, para o casal e os vizinhos. Voltemos a participar da Igreja, da religião. Eis o tempo de conversão e salvação.
5. Uma boa confissão é o melhor presente que podemos dar a Jesus. “Nasceu para vós um Salvador” (Lc 2, 11). Ele quer nossos pecados. Advento com um perdão a quem nos ofendeu é recuperar a alegria, a saúde e a paz.
6. Neste Advento de 2008, Campanha para a Evangelização de 2008 nos apresenta como tema:
“Acolhamos o Príncipe da Paz.” Devemos canalizar os nossos esforços, neste tempo do Advento, para mostrar a todas as pessoas que o mistério da Encarnação do Verbo, que celebramos no dia de Natal, contribui também para que haja a verdadeira paz, o Shalom. Jesus, ao reconciliar o mundo com o Pai, nos traz a verdadeira paz: a paz com Deus, a paz com os irmãos e irmãs, a paz conosco mesmos e a paz com a natureza, satisfazendo, assim, todas as nossas necessidades.

7. Um pouco de penitência é saudável. Não dirigir embriagado. Não transmitir doenças contagiosas. Não justificar o mal. Pelo contrário, doar órgãos, doar sangue, adotar uma criança e evitar a dengue. Ser mais generoso na Campanha de Evangelização. Eis o verdadeiro Advento.
8. Os pobres, doentes, as crianças, pecadores são o centro do Natal. Daí que um gesto de acolhimento, de hospedagem, de visitação, de reconciliação pode marcar este tempo. Não economizar elogios, perdão, acolhimento, abraço, amizade e compaixão.
9. Ser positivo, alegre, principalmente ter os olhos fixos em Jesus, Maria e José. As mães gestantes têm – em Maria grávida de Jesus por meio do Espírito Santo – a proteção, a ternura, a paz. Os maridos como José, voltem para casa, a família. O bem primário e fundamental da vida é a família.
10. As crianças não só recebam presentes, mas aprendam a partilhar. Que se encantem por Jesus. Amemos as crianças desde o ventre materno. Não percam elas a inocência. Cresçam em idade, sabedoria e graça.
Neste Advento: “Escolhamos, pois, a vida!” (Deut 30, 15).


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

N. S. DAS GRAÇAS - 27/11



Maria, a Mãe da Misericórdia
Jesus é o nosso Intercessor por excelência. Nossa Senhora é a advogada de todos os que recorrem à sua piíssima proteção.

Maria está sempre em prontidão e diante de nossas dores, intercede por nós, mesmo quando não recorremos ao auxílio dela. Verdadeiramente é a Mãe da Misericórdia que não suporta o sofrimento dos seus filhos, sejam eles justos ou injustos. Ela não faz distinção de ninguém, rogando por todos nós e jamais deixando de atender às nossas súplicas, quando estas são da vontade divina. A mesma Maria –, que nas Bodas de Caná apressou a hora de Jesus –, quer alcançar muitas graças para nós. Como o fez nessa festa matrimonial, quando o Senhor disse a Ela: “Que quereis de mim, mulher? A minha hora ainda não chegou” (João 2:4).

O mesmo Ela pode fazer por você diante das coisas que considera impossíveis. A Deus tudo é possível e com a intercessão de Nossa Senhora tudo se torna mais fácil, pois Ela recorre ao Senhor. A Virgem Maria quer ser também a advogada em sua vida. A intercessora do seu casamento, da sua casa, do seu trabalho, assim como o fez nas Bodas de Caná e em tantas outras ocasiões. Como Mãe, como Mulher, Ela vê nossas necessidades e as apresenta ao Filho.

Ela participou do início ao fim da missão de Jesus na terra, até da hora da morte d’Ele (confira João 19:25ss). Naquele momento, a descendência da mulher estava esmagando a cabeça da serpente, conforme aquilo que Deus havia dito à serpente:

“Porei ódio entre ti e a mulher; entre tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3:15).

Foi pelo preciosíssimo sangue de Jesus, derramado em obediência ao Pai, que a cabeça da serpente, orgulhosa e soberba, foi esmagada. A vitória de Jesus e da Virgem Maria se deu naquele momento.

Deixe-a entrar em sua vida, em sua casa. Ela é a Bendita entre todas as mulheres. Onde Ela entra, entra Jesus.
Fonte:Monsenhor Jonas Abib>

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Não cremos em nossas forças, mas no Senhor


Não cremos em nossas forças, mas no Senhor

O Senhor quer nos ensinar que para acontecer o “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” é preciso que exista – de nossa parte – uma contínua ação de “reagir” contra o pecado, contra a tentação, contra as forças do mal. Talvez pensemos que a nossa posição é defensiva, mas o Senhor vem nos ensinar o contrário. Nossa atitude é de reagir, reagir firmes, reagir na fé. São Pedro nos exorta:

"Sede sóbrios, vigiai! Nosso adversário, o diabo, como um leão que ruge, ronda, procurando quem devorar. RESISTE-LHE, FIRMES NA FÉ" (1 Pedro 5,8-9).

Vencemos o demônio resistindo-lhe firmes na fé. “Firmes na fé” significa acreditar na vitória do Senhor em nós. Sabemos de nossa fraqueza, do nosso pecado e da facilidade com que erramos. Pecamos, caímos. Mas o Senhor é fiel e poderoso. O poder de Deus é soberano sobre nós, sobre a nossa vida.

Não cremos em nós, em nossas forças, nem em nossas condições, cremos no Senhor! Acreditamos no graça, na vitória e no poder da cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, no poder do seu Sangue derramado; por isso resistimos, firmes na fé.

Reagir fortes na fé: está é a vitória de Deus na nossa casa, na nossa família. Vitória sobre o demônio, sobre todo o mal. Peça ao Senhor a graça de resistir.

Fonte:Monsenhor Jonas Abib