segunda-feira, 11 de abril de 2011

Quaresma, tempo de vencer as tentações e o diabo


Preparemo-nos para a Páscoa definitiva Antigamente, a Quaresma era o período durante o qual – por meio da penitência e da provação – os catecúmenos* se preparavam para receber o batismo na noite de Páscoa. A Liturgia sempre coloca Jesus no Evangelho do Primeiro Domingo da Quaresma vencendo as tentações do demônio (cf. Mt 4,1-11). O Nosso Senhor e Mestre não só vence como também nos dá as dicas para vencermos o nosso inimigo e as tentações pequenas e grandes que enfrentamos todos os dias. O objetivo desta reflexão de hoje será avaliar a nossa defesa e aumentar as nossas resistências diante das tentações e celebrar a vitória com o Senhor Jesus. O Senhor derrotou o maligno por meio da Docilidade ao Espírito Santo, pois “no deserto, Ele era guiado pelo Espírito”, da Palavra: “A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem”; da Oração: “Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus”; do Jejum: “Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome”, e pela Adoração: “Adorarás o Senhor teu Deus, e só a Ele servirás”. Exercendo Sua autoridade que vinha de uma vida coerente e santa. Isso fica bem claro na leitura deste Evangelho. De maneira semelhante como o antigo povo de Israel partiu durante quarenta anos pelo deserto para ingressar na Terra Prometida, a Igreja, o novo povo de Deus, prepara-se durante quarenta dias para celebrar a Páscoa do Senhor. Embora seja um tempo penitencial, não é um tempo triste e depressivo. Trata-se de um período especial de purificação e de renovação da vida cristã para que possamos participar com maior plenitude e gozo do mistério pascal do Senhor. Jesus Cristo, ao dar início à caminhada do novo povo de Deus, se dirige ao deserto como lugar de encontro com o Pai, lugar de recolhimento, onde Ele se revela, onde escuta Sua Palavra. E diferente do antigo povo da Aliança, que sucumbe à tentação, se revolta, tem saudade "das cebolas do Egito", onde eles tinham o que comer, mas eram escravos, o Senhor vence a tentação, vence o demônio pela oração, pelo jejum, pela Palavra e pela obediência ao Pai. A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. Esse caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte ao "homem velho" que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado, que habita em nosso coração, nos afastar de tudo aquilo que nos separa do plano de Deus, e, por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal. No pórtico da Quaresma recém-começada, encontramos Jesus tentado pelo diabo. A Bíblia tem vários nomes para esse personagem, mas em todos subjaz a mesma incumbência da sua missão: o que separa, o que arranca; diabo, dia-bolus: o que divide. O demônio – no meio do mundo que o ignora e o torna frívolo – está mais presente que nunca: nos medos, nos dramas, nas mentiras e nos vazios do homem pós-moderno, aparentemente descontraído, brincalhão e divertido. Com Jesus, como com todos nós, o diabo procurará fazer uma única tentação, ainda que com diversos matizes: romper a comunhão com Deus Pai. Para este fim, todos os meios serão aptos, desde citar a própria Bíblia até fantasiar-se de anjo da luz. As três tentações de Jesus são um exemplo muito atual: da sua fome, converta as pedras em pão; das suas aspirações, torne-se dono de tudo; da sua condição de filho de Deus, coloque a sua proteção à prova. Em outras palavras: o dia-bolus buscará conduzir o Senhor por um caminho no qual Deus ou é tido como banal e supérfluo ou como inútil e nocivo. Prescindir de Deus porque eu reduzo minhas necessidades a um pão que eu mesmo posso fabricar, como se fosse minha própria mágica (1ª tentação). Prescindir de Deus modificando Seu plano sobre mim, incluindo aspirações de domínio que não têm a ver com a missão que Ele confiou a mim (2ª tentação). Prescindir de Deus banalizando Sua providência, fazendo dela um capricho ou uma diversão (3ª tentação). Isso se torna atual se formos traduzindo, com nomes e cores, quais são as tentações reais (!) que nos separam – cada um de nós e todos juntos – de Deus e, portanto, dos outros também. A tentação do "deus-ter" (em todas as suas manifestações de preocupação pelo dinheiro, pela acumulação de bens, pelas “devoções” a loterias e jogos, pelo consumismo). A tentação do "deus-poder" (com todo o leque de pretensões de ascensão, que confundem o serviço aos demais com o servir-se dos demais, para os próprios interesses e controles). A tentação do "deus-prazer" (com tantas, tão infelizes e, sobretudo tão desumanizadoras formas de praticar o hedonismo, tentando censurar inutilmente nossa limitação e finitude). Quem duvida de que existem mil diabos, que nos encantam e seduzem a partir da chantagem das suas condições e, apresentando-nos tudo como fácil e atrativo, e que nos separam de Deus, dos demais e de nós mesmos? Jesus venceu o diabo! A Quaresma é um tempo privilegiado para voltarmos ao Senhor, unindo novamente tudo o que o tentador separou. Jejuando quarenta dias no deserto, Cristo consagrou a abstinência quaresmal. Desarmando as ciladas do antigo inimigo, ensinou-nos a vencer o fermento da maldade. Celebrando agora o mistério pascal, nós nos preparamos para a Páscoa definitiva. (Prefácio do 1° Domingo da Quaresma). Oremos: Ó Deus, que nos alimentastes com este pão que nutre a fé, incentiva a esperança e fortalece a caridade, dai-nos desejar o Cristo, pão vivo e verdadeiro, e viver de toda Palavra que sai de vossa boca para vencer ao pecado, a nós mesmos e ao diabo. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Fonte:CN

domingo, 27 de março de 2011

Quaresma Como viver bem esse tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola?






Quaresma Como viver bem esse tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola?

Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20); "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2). Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma. Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó" que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: "És pó, e ao pó tu hás de tornar". (Gênesis 2, 19) Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc. Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola ('remédios contra o pecado'). É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para que possa vencer as fraquezas da carne. Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: "Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal". Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso. A mortificação fortalece o espírito. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim. Quaresma é um tempo de "rever a vida" e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: "Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca". Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, ao contrário, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma. Santo Agostinho dizia que "o pecador não suporta nem a si mesmo", e que "os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria". A verdadeira alegria brota no bojo da virtude, da graça; então, a Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus. Para isso podemos fazer uma confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: "a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados". Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência. Jesus quis que nos confessemos com o sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do confessor e entregar a Cristo nele representado, as suas misérias. Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e todo o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta em nós o amor a Jesus e aos outros. Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que dela devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do Calvário, o mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua "lembrança", mas a sua "presentificação"; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, "torna-se presente a nossa redenção". Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor. Fonte: Felipe Aquino

quarta-feira, 9 de março de 2011

Tudo fica mais fácil quando estamos em Deus!



Tudo fica mais fácil quando estamos em Deus!

Precisamos contagiar e fecundar a nossa família com a alegria que vem de Deus, e para que isso aconteça precisamos alimentar os nossos pensamentos com coisas espirituais e sermos cada vez mais cheios do Espírito Santo.

Muitas vezes nos falta disposição e ânimo de buscar as respostas em Deus, por isso passamos por dificuldades: nos entregamos à tristeza e ao desânimo. Mas quando estamos em Deus, tudo fica mais fácil.

É dessa forma que sairemos de qualquer situação difícil. O Senhor tem um tempo para cada coisa. Viva cada coisa a seu tempo! Não procure problemas. Viva aquilo que Ele tem para você hoje.

Viva o hoje para que o amanhã aconteça de acordo com a vontade divina. Nada de sofrer e ficar triste por coisas que não aconteceram e que podem nem vir a acontecer. A sua vida pertence a Deus, portanto, deixe que Ele a conduza.

Fonte: Monsenhor Jonas Abib

Telefone Paróquia:

sábado, 5 de fevereiro de 2011



Um olhar de otimismo para o futuro

Deixemos que o Senhor da nossa história nos atinja com o Seu olhar


"O Senhor se inclina lá dos céus sobre os homens, para ver se existe um homem de bom senso, alguém que procure a Deus (Sl 14, 2)". O Verbo de Deus feito Carne, Nosso Senhor Jesus Cristo, tem sobre as pessoas um olhar feito de profundidade, conhecimento, acolhida e misericórdia. Tendo o Senhor garantido Sua presença conosco até o fim dos tempos, todos os dias ele repete e renova Sua presença amorosa, que lança luz sobre os acontecimentos e sobre o desenrolar de nossos dias. Chegar ao limiar de um novo ano é oportunidade privilegiada para confrontar com o olhar de Jesus os passos dados e projetar o futuro.

Três olhares de Jesus provocam nossa reflexão. O primeiro deles foi dirigido ao jovem rico do Evangelho (cf. Mc 10, 21), sem dúvida, uma pessoa bem comportada. Terá cumprido bem todas as suas obrigações, terminando cada período da vida com as contas pagas, uma pessoa de bem, tanto que Jesus, fitando-o com amor, pediu-lhe o passo da radicalidade, seguimento estrito, no qual Deus é posto em primeiro lugar. O moço abaixou a cabeça e foi-se embora, porque era muito rico.

O segundo olhar é para Judas, o traidor. Tendo abandonado a Ceia, tudo se fez noite (cf. Jo 13, 30)! O Jesus preso no horto, traído por um beijo, preso nos pátios do Sinédrio e do Palácio de Pilatos, viu e foi visto por Judas (cf. Mt 27, 3-9; Lc 22 47-53). O olhar de amor resultou em desespero, pois a luz se fez e o amigo de antes não conseguiu dar o passo de confiança na misericórdia infinita! Recebeu muito, comprometeu-se à custa de um dinheiro sujo, corrompeu-se e não conseguiu voltar atrás.

A terceira figura, não menos pecadora, é nosso amigo Simão Pedro. Negou conhecer seu Senhor, encontrou também o olhar de Jesus e chorou amargamente. Não sabemos medir se foi maior o pecado de Pedro ou de Judas. O que sabemos é que um deles se isolou no desespero e o outro, banhado nas lágrimas, refugiou-se na comunidade dos discípulos. Medroso que era, precisou, depois da Ressurreição de Cristo, da ajuda de Maria Madalena e de João. O que negara tão vergonhosamente veio a ser testemunha qualificada do Ressuscitado!


Ao terminar o ano de 2010, deixemos que o Senhor da história nos atinja com Seu olhar de amor. Quem cumpriu todos os seus deveres não se encha de orgulho, mas encontre novo apelo à perfeição que vem de Deus. Dê graças a Deus, fonte de todo o bem! Há muito mais por fazer, há generosidade plantada do coração e pronta a florescer. Há um forte convite à partilha, há irmãos e irmãs que sofrem e gritam por maior generosidade.

Com a passagem de ano, haja em nós a ação de graças. É digno saber agradecer e ver o bem que foi feito pelos outros e por nós. Um sadio olhar de otimismo faz bem para o corpo e para a alma. Se identificamos os erros cometidos, acreditar no perdão, chorar, sim, os pecados cometidos, lavá-los na graça do Sacramento da Reconciliação e recomeçar.

O ano novo já é feliz, porque existimos e porque não estamos sós neste mundo.

Fonte: Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

sábado, 1 de janeiro de 2011

FELIZ NATAL !!!

FELIZ NATAL !!!
Paz é sinônimo de um coração aberto ao perdão
“Se um homem alimentar a cólera contra o outro, como poderá pedir ao Senhor a cura?” (Sr 28,3). Deus é amor e nos ama profundamente. Por isso, quando nos fechamos ao perdão, estamos negando o próprio Deus.

O Senhor nos chama a sermos misericordiosos assim como o Pai do céu é misericordioso. Diante de nossas misérias e fraquezas, como filhos de Deus precisamos ser misericordiosos para com todos os nossos irmãos. Por mais que tenham errado conosco, precisamos ser misericordiosos e perdoá-los, como Deus misericordioso nos perdoou e continua a nos perdoar.

Deus nos dá a graça de perdoar, o perdão é um presente de Deus para nós. Ele também abre caminho para a cura, porque perdão e cura caminham juntos. Quando nos abrimos ao perdão, somos restaurados por Deus e criamos alma nova. A alegria invade o nosso coração e toda tristeza é exorcizada do nosso interior.

Precisamos pedir ao Senhor um coração manso e humilde, aberto ao amor e à reconciliação. A paz é fruto de um coração que se abre ao perdão. Reze comigo hoje: ''Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao vosso. Fazei-me viver o amor e a reconciliação.''

É Natal de Jesus!

É Natal de Jesus, dia de alegria, esperança e luz!

"O Filho de Deus nasce da Virgem Maria. Entra na história para ficar no meio de nós. Renova a esperança, entrega-se como pão. Sua Palavra aquece o coração. E quem n'Ele crê, com seus olhos verá: 'Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida'".

Receba, neste dia, todas as graças reservadas exclusivamente para você. O presente que o Menino Jesus traz é este: um novo ânimo, uma nova vida, uma nova esperança.

Acolha tudo isso, porque foi reservado só para você e a graça não pode passar. Hoje, é o dia da graça, da alegria e de cantar as maravilhas do Senhor, pois nasceu para nós Jesus, o nosso Salvador!

FELIZ NATAL !!!
Fonte: CN

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

TEMPO DE ESPERANÇA !


TEMPO DE ESPERANÇA !

Na sua riqueza o Advento considera todo o mistério da vinda do Senhor na história até o seu desfecho total, eles estão interligados mutuamente por diversos mistérios. O Advento faz memória da dimensão histórica da salvação: celebra o Deus que age na história, Deus da aliança que age nos acontecimentos para salvar. O tempo torna-se sacramento do agir de Deus. Advento é o tempo litúrgico que recorda a história como lugar de atuação de salvação de Deus.

Nele também se evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão onde Deus está sempre presente para salvar. Ele ultrapassa a visão individualista e estática dos novíssimos para uma visão escatológica dinâmica onde a história é o lugar do agir de Deus, lugar das promessas direcionando para o “dia do Senhor”. Fomos reservados para a salvação, mas esta herança se revelará somente nos fins dos tempos.

O Advento ainda recorda uma verdade essencial: a conotação missionária. A Igreja atualiza a missão de Cristo ajudando os homens a perceber o Reino e a interiozá-lo no seu coração. No advento se aprofunda o significado autêntico da missão. Por fim o Advento apresenta o Deus da libertação que entra nos corações dos homens, mas também é o protetor da causa dos pobres e oprimidos. A missão, à luz do advento suscita esperança dos fracos e humildes e não apóia os poderosos deste mundo.

Deus abençoe você. Vamos viver bem este tempo!

Fonte: CN

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Tenha fé



ABENÇOADA SEMANA !

Tenha fé

Fomos marcados por um conceito totalmente errado sobre fé. Como se esse dom fosse somente acreditar, com a inteligência, na existência de Deus; acreditar nos dogmas da Igreja, na virgindade de Maria, na ressurreição da carne, na inefabilidade do Papa... Sem dúvida, é também tudo isso. Mas o primeiro passo de fé não é crer intelectualmente, e sim confiar em Deus: naquilo que Ele é. Acreditar nas verdades que a Igreja ensina é uma consequência da fé.Vencemos o demônio resistindo firmes na fé. E firmes na fé significa acreditar na vitória do Senhor em nós. Talvez pensemos que a nossa posição é defensiva, mas o Senhor nos ensina o contrário. Nossa atitude é de reação; reagir firmes na fé.Reagir fortes na fé: esta é a vitória de Deus na nossa casa, na nossa família.Qual é o seu impossível: uma doença? Uma deficiência física? Algum alcoólatra na família? Desemprego? Seja o que for Jesus se compadece de você. Ele é o primeiro a estar junto para derramar bênçãos sobre sua vida. Aproxime-se do Senhor e, pela fé, apresente o seu impossível a Ele e creia que Ele virá em seu socorro. Creia que Ele fará o melhor acontecer. Tenha fé.
Fonte:CN